Procura por oxigênio hospitalar aumenta 50% em Cascavel

No momento, não existe qualquer possibilidade de faltar o insumo na região

19 de janeiro de 2021 | 13h38 | Atualizado há 47 dias

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Em uma distribuidora de gás oxigênio, instalada em Cascavel há mais de 25 anos, a demanda pelo produto fez o proprietário comprar mais um caminhão e um funcionário para dar conta do aumento na demanda.

Antes os caminhões faziam três viagens por semana e já era o suficiente para abastecer os hospitais menores da região e outros clientes que fazem a compra direta.

Agora, os veículos estão todos os dias na estrada. A preocupação do Acir é com os cilindros de oxigênio, que ficaram mais escassos e podem comprometer o abastecimento se o consumo continuar aumentando.

Mauricio é Engenheiro Mecânico do Hospital São Lucas de Cascavel, que recebe o produto líquido direto da fábrica. Por aqui também há um aumento considerável do oxigênio hospitalar.

Para não ser surpreendida pela falta do oxigênio a instituição se preparou e planejou junto à fábrica uma distribuição mais frequente.

Os tanques eram reabastecidos a cada três semanas, agora toda semana o caminhão precisa fazer o abastecimento.

Outra estratégia foi utilizar reguladores de pressão nos equipamentos para evitar qualquer desperdício do gás. O paciente recebe apenas a quantidade suficiente que necessita.

A falta de cilindros e oxigênio em Manaus (AM) chocou o país e acendeu um sinal de alerta, mas pelo menos por enquanto não existe qualquer possibilidade de acontecer o mesmo na região oeste.
JC1
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