Catalisador em dia: bom para o carro, para o bolso e para a saúde

09 de abril de 2021 | 00h34 | Atualizado há 37 dias

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O outono chegou. Junto com a estação chegam também dias mais secos, maior amplitude térmica e a conhecida mancha marrom no horizonte das grandes cidades. Nessa época do ano, os gases tóxicos ficam presos nas camadas mais baixas da atmosfera e, se já não bastasse a pandemia, essas condições favorecem e agravam a incidência de doenças respiratórias e alérgicas sazonais, como bronquite, rinite alérgica e irritação nos olhos.

Com isso, a Umicore, empresa especialista em tecnologias para controle de emissões veiculares, destaca que manter o catalisador em perfeitas condições de funcionamento é essencial para a melhora da qualidade do ar e da poluição.

Responsável pela conversão de até 98% dos gases nocivos em vapores inofensivos, o catalisador é uma peça fundamental para reduzir a emissão de poluentes produzidos por motores à combustão. Entenda melhor na tabela o efeito dos gases expelidos pelo motor automotivo antes e depois da ação do componente:

GASES, EFEITOS E APÓS CATÁLISE

HC (Hidrocarbonetos): Causa irritação nas vias respiratórias, anemia, leucemia e câncer pulmonar. Após catálise transforma-se em vapor d'água e gases inofensivos

CO (Monóxido de Carbono): Causa asfixia sistêmica, pneumonia e danos cerebrais. Após catálise transforma-se em gás carbônico (gás exalado ao respirarmos).

NOx (Óxido de Nitrogênio): Causa ardência nos olhos, nariz e mucosas. Também provoca bronquite, enfisema, insuficiência respiratória e até mutações genéticas. Depois da catálise se transforma em N2 (Nitrogênio), que representa 75% do ar que respiramos da atmosfera.

O3 (Oxidantes fotoquímicos, Ozônio e Aldeídos): Causa irritação nos olhos, garganta e infecções generalizadas. São originadas das reações fotoquímicas da luz solar com os poluentes: HC, CO, NOx

"Uma verificação preventiva no automóvel é necessária para detectar e solucionar problemas, como rachaduras, amassados, vazamentos e furos nos componentes do sistema de exaustão. É importante destacar que o catalisador pode ter a mesma durabilidade do veículo, desde que aconteça a sua correta manutenção, conforme está especificado no manual do fabricante. Outro ponto fundamental é se atentar à qualidade do combustível ao abastecer", orienta Stephan Blumrich, vice-presidente e diretor da Umicore.

Além do catalisador, é importante verificar outros sistemas do automóvel que influenciam na exaustão de gases poluentes, como o de ignição, que engloba velas, cabos e bobinas; o de arrefecimento do motor; e o sistema de alimentação de ar e combustível. "Não tem segredo, basta manter as revisões do veículo em dia. Isso garante uma melhor qualidade do ar, contribui para a durabilidade das peças, e evita o prejuízo ao bolso, com gastos desnecessários no caso de uma possível necessidade de substituição de vários componentes ao mesmo tempo", finaliza Blumrich.
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