Quando o patrimônio político não significa PODER

22 de setembro de 2020 | 14h06 | Atualizado há 27 dias

A história nos conta que o político que conseguir fazer ao longo da carreira um patrimônio político, tem o poder de persuadir outros quando na formação de um grupo para disputar eleições. Pois bem, esta história caiu por terra nas convenções municipais de Cascavel. VEJAMOS:


EDGAR BUENO
O patrimônio político do ex-prefeito Edgar Bueno, que ao longo da história colocou em seu currículo TRÊS eleições de deputado estadual e TRÊS vezes prefeito de Cascavel, não serviu para muita coisa nas convenções deste ano, acabou ficando sem grupo para pleitear a disputa da prefeitura, o que o levou a desistir da candidatura.

FORA DO PODER
Há tempos é comentado nos bastidores da política que o político só tem força de aglutinação enquanto perdurar no poder, seja por interesses políticos ou administrativos. Quando estiver fora dele, aqueles mesmos que estavam agarrados como carrapatos aproveitando do bem estar, abandonam e passam a procurar novos locais ara se alojar.

AMIGOS
Porque amigos de outrora abandonaram Edgar Bueno? Porque ex-secretários, amigos da cozinha do ex-prefeito migraram para outros grupos? Porque líderes partidários estaduais desfizeram acordos de apoios anteriormente firmados, nas vésperas das convenções? Onde está o patrimônio político de Edgar Bueno? Este patrimônio só servia quando Edgar tinha o PODER em mãos, eis uma história que só a história futura nos contará.

O QUE ACONTECE?
Perguntas que não se tem uma resposta. Como um cidadão consegue um patrimônio político e na hora de aglutinar, de convencer outros partidos para seguirem juntos, acaba ficando sozinho? Este patrimônio político serve para que? Ou é falta de humildade no trato político partidário com possíveis aliados que se espantam? Então podemos até opinar que Patrimônio Político só serve quando está no PODER ou somente quando se compromete em beneficiar este ou aquele, caso se eleja ao cargo pretendido.


RESULTADO
Após análise destes casos acima expostos, podemos opinar que na realidade falta para nossos políticos algo que não seja o tal patrimônio político (real ou falso). Falta mesmo é postura de articulador e sensatez enquanto investido em cargo público. Na política como na vida, se você plantar milho, vai colher milho. Se plantar abóbora, vai colher abóbora, se semear discórdia, colherá discórdia.

FUI !!!

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher", Cora Coralina.
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