Fiat completa 44 anos de Brasil

09 de julho de 2020 | 23h33 | Atualizado há 25 dias

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O Polo Automotivo Fiat, localizado em Betim (MG), completa nesta quinta-feira (9), 44 anos de atividades no Brasil. Desde 1976, 15,9 milhões de veículos foram produzidos no complexo, em uma trajetória marcada pela inovação. As muitas transformações passam pela incorporação de novas tecnologias para otimizar os processos de desenvolvimento de novos produtos, além da capacidade de adaptação para auxiliar a sociedade neste momento de grandes desafios, no combate à Covid-19.

Além de ser o maior complexo industrial da FCA (Fiat Chrysler Automóveis) no mundo, o Polo Automotivo Fiat possui todas as tecnologias e recursos para o desenvolvimento de um veículo em todas as suas fases: desde os primeiros sketches do desenho, a partir do moderno Design Center Latam, até a realização de todos os testes de segurança para homologação, no Safety Center Latam, inaugurado no ano passado.

"O Polo Automotivo Fiat sempre foi sinônimo de inovação e ousadia na indústria automotiva latino-americana", afirma Antonio Filosa, presidente da FCA para a América Latina. "Das linhas de produção de Betim, pelas mãos de muitos milhares de colegas extremamente talentosos e dedicados que construíram esses 44 anos de muitas conquistas, produzimos veículos que revolucionaram o mercado: desde o inesquecível 147 até a Nova Fiat Strada, a recém-lançada geração da picape que é sinônimo de robustez e confiabilidade no segmento".

NOVOS DESAFIOS
O combate à Covid-19 exigiu transformações no Polo Automotivo Fiat. O complexo passou por adaptações para adoção de um conjunto amplo e consistente de medidas de padrão mundial em sanitização, reorganização de postos de trabalho e espaços comuns, visando à jornada segura para todos os colaboradores.

Novas atividades também foram incorporadas à rotina da produção. O Polo Automotivo Fiat tornou-se centro de referência para a manutenção de respiradores pulmonares fora de operação nas unidades de Saúde. Em três meses, dos 217 equipamentos recebidos dos hospitais de Minas Gerais e Amapá, 138 foram recuperados e já devolvidos.

As impressoras 3D foram convertidas para a produção de protetores faciais plásticos, os chamados face shields, utilizados pelos profissionais da saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia. Betim também se tornou centro de produção de máscaras cirúrgicas, com capacidade para 1,5 milhão de unidades por mês. Além da distribuição entre os funcionários da FCA nas fábricas brasileiras, parte da produção está sendo doada para comunidades e profissionais da saúde de Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo.
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