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Luiz Aparecido

Qual a diferenças entre tacógrafo digital e analógico?

17 de maio de 2020 | 07h17 | Atualizado há 56 dias

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Com a função de monitorar informações essenciais e contribuir para a segurança nas estradas, o tacógrafo é item obrigatório no Brasil para veículos de carga com PBT (Peso Bruto Total) a partir de 4.536 kg, de transporte escolar e de passageiros acima de 10 lugares. A Continental, multinacional alemã líder no segmento, possui três modelos em seu portfólio, contemplando versões analógicas e digitais. O equipamento é fonte confiável para registros de dados estratégicos, como velocidade, distância percorrida e tempo ao volante, tanto para gestão de frotas, quanto para a prevenção de acidentes.

Lançado no Brasil em 2012, o tacógrafo digital BVDR, da Continental, possui armazenamento digital dos dados criptografados em sua memória interna, com precisão segundo a segundo. As informações tacográficas podem ser analisadas de duas maneiras: imprimindo diariamente a fita diagrama com as informações das últimas 24 horas ou descarregando os arquivos digitais através do VDO On Board, plataforma de gestão de frotas a partir da qual é possível optar pelo envio das informações via pen drive ou automaticamente por meio de um módulo de telemetria, também fabricado pela Continental.

Já o tacógrafo analógico trabalha com os conhecidos discos diagrama de papel, que requerem um complexo esquema logístico para armazenamento, já que há a necessidade de armazenar as informações por longos períodos. Para os frotistas principalmente, o custo operacional pode ser reduzido com o uso do tacógrafo digital, pois dispensa espaço físico para conservação e registro dos dados. As informações são armazenadas em nuvem sem a necessidade de investimento, além do dispositivo digital despender gastos menores com manutenção periódica. Os analógicos requerem revisões periódicas em intervalos menores devido a maior quantidade de componentes em sua estrutura, se comparado com o tacógrafo digital.

"O tacógrafo digital oferece inúmeras vantagens aos nossos clientes, especialmente na questão de confiabilidade, segurança e redução de custos. Clientes estimam que só no que tange a manutenção do dispositivo analógico, é possível reduzir cerca de 20% dos gastos operacionais, sendo o valor do equipamento digital também menor do que o analógico. As informações coletadas digitalmente ficam protegidas contra qualquer tipo de fraude: mais uma vantagem do tacógrafo digital", afirma Ricardo Rampaso, gerente de vendas de veículos comerciais da Continental no Brasil.

Outro diferencial do aparelho digital são os métodos de identificação de motoristas, processo que pode ser realizado por meio do menu ou da solução de chave de motorista, que por meio de um pen drive pode se identificar no equipamento. Além disso, o tacógrafo digital tem a capacidade de apresentar mais detalhamento dos dados registrados. Enquanto que nos dados analógicos, a análise é visual e efetuada em disco diagrama de papel, nos digitais há a possibilidade de emitir relatórios detalhados por meio de plataformas de gestão de frota, que podem contemplar desde a análise da condução do veículo segundo a segundo até um ranking de motoristas. Inclusive, em conformidade com os modelos de relatórios SASSMAQ (Sistema de avaliação de saúde, segurança, meio ambiente e qualidade), método de avaliação criado e exigido pela Associação Brasileira de Indústrias Químicas (ABIQUIM) para a prevenção e redução de riscos no transporte de produtos perigosos, possibilitando a redução de custos relativos às operações e ao controle de qualidade.

Telemetria

Com o tacógrafo digital, é possível incorporar o serviço de telemetria que complementam as informações coletadas pelo tacógrafo, visando aprimorar a eficiência energética, tomada de decisão e a segurança das estradas por meio da inteligência de dados.
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